Assaltantes do Banco do Brasil em Criciúma teriam levado R$ 130 milhões
Segurança
há 4 anos
29/04/2021 21h06

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Sebastião Reis Júnior, manteve a decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) e indeferiu o recurso para conceder habeas corpus para uma mulher investigada por envolvimento no assalto à agência do Banco do Brasil de Criciúma, ocorrido em 30 de novembro de 2020. A decisão de Reis Júnior revela também a quantia que teria sido roubada pelos assaltantes, que foi de aproximadamente R$ 130 milhões e não R$ 80 milhões como se sabia até então.
A defesa da mulher solicitou que fosse concedida a liminar para que sua prisão preventiva fosse substituída por prisão domiciliar. Os advogados da investigada utilizaram o argumento de que ela seria genitora (mãe) de menores de 12 anos e de que “a existência de investigação por crime de roubo não serve de pressuposto para manutenção da prisão preventiva, sobretudo porque já dura quase 6 (seis) meses, tampouco configura hipótese de excepcionalidade capaz de impedir a concessão do benefício da prisão domiciliar”.
No inicio de Abril foi divulgado que , os 16 pedidos de prisão preventiva feitos contra envolvidos no assalto a tesouraria regional do Banco do Brasil em Criciúma, no Sul catarinense, entre a noite do dia 30 de novembro e a madrugada de 1° de dezembro do ano passado, representam apenas uma parte da investigação sobre o roubo que é considerado o maior da história da Santa Catarina. Com o inquérito principal mantido sob sigilo, a Polícia Civil espera ainda o indiciamento de outros criminosos.
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