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Mais um Secretário deixa o governo Moisés

Política

há 5 anos


09/05/2020 16h49 - Atualizado em 09/05/2020 16h54


 

Douglas Borba não é mais secretário da Casa Civil de Santa Catarina. O governo não confirmou ainda. Mas é fato. Uma reunião na Casa da Agronômica, comandada pelo governador Carlos Moisés da Silva, discute, na tarde deste sábado (9), a reformulação no no primeiro escalão.

 

 

 

 

Borba sai em função da investigação em torno da compra de 200 respiradores, ainda não entregues, pelo governo do Estado com pagamento antecipado de R$ 33 milhões. Uma força-tarefa entre Ministério Público, Tribunal de Contas do Estado e Polícia Civil cumpriu 35 mandados de busca, apreensão e sequestro de bens em Santa Catarina e em outros três estados na manhã deste sábado. A Operação, batizada de O2, conseguiu o bloqueio de R$ 11 milhões e apreendeu, em espécie, R$ 300 mil em uma empresa no Rio de Janeiro.

 

Borba sai em função da investigação em torno da compra de 200 respiradores, ainda não entregues, pelo governo do Estado com pagamento antecipado de R$ 33 milhões. Uma força-tarefa entre Ministério Público, Tribunal de Contas do Estado e Polícia Civil cumpriu 35 mandados de busca, apreensão e sequestro de bens em Santa Catarina e em outros três estados na manhã deste sábado. A Operação, batizada de O2, conseguiu o bloqueio de R$ 11 milhões e apreendeu, em espécie, R$ 300 mil em uma empresa no Rio de Janeiro.

Depois do Secretário da Saúde, desta vez foi Douglas Borba.

Indicação

O secretário da Casa Civil, Douglas Borba, indicou a empresa contratada para a compra dos 200 respiradores por R$ 33 milhões e pressionou o governo por contratos, disse o ex-secretário de Saúde Helton Zeferino em depoimento ao Gaeco nesta terça-feira (5).

Participação

No depoimento na terça feira,  O Secretáruo da Saúde Helton Zeferino disse que Douglas Borba teria participado diretamente das últimas compras envolvendo o Governo de Santa Catarina e teria pressionado o governo em pelo menos quatro oportunidades.

Douglas trouxe a empresa

No caso dos respiradores, Helton afirmou que foi Douglas Borba quem trouxe a empresa do Rio de Janeiro que acabou sendo contratada. O depoimento reforça o que já havia dito a ex-superintendente de gestão em Saúde, Márcia Geremias Pauli, que foi afastada do cargo após as denúncias.

Pressão de Douglas

O ex-secretário disse ainda que Douglas Borba também teria feito pressão para uma compra de equipamentos de proteção individual no valor de R$ 70 milhões, que acabou barrada pela Controladoria-Geral do Estado, e que teria participado diretamente da polêmica contração para o hospital de campanha, que também não prosperou.

Mais pressões

 

O secretário da Casa Civil teria ainda pressionado a Secretaria da Saúde para um pagamento de R$ 40 milhões a uma empresa de gestão do Samu, num processo que é considerado indevido pela pasta da Saúde, disse ainda Helton Zeferino.

Fonte: NSC total

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