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Aprovação da quebra de sigilo bancário do filho de Lula termina em confusão e socos

Política

há 9 dias


26/02/2026 15h56


A quebra de sigilo bancário e fiscal do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, foi aprovada nesta quinta-feira (26) pela CPI mista do INSS. A sessão foi marcado por empurra-empurra após a votação. Governistas se aproximaram da mesa para protestar diante do resultado, quando começou o tumulto. Nesse momento, alguns socos foram desferidos entre os políticos. Com informações do g1.

Parlamentares que ameaçavam brigar, inclusive, tiveram de ser separados. Entre os envolvidos estão o deputado Rogério Correa (PT-MG), o relator Alfredo Gaspar (União-AL), os deputados Evair de Melo (PP-ES) e Luiz Lima (Novo-RJ).

O deputado Luiz Lima disse que recebeu um dos socos, enquanto o deputado Rogério Correa admitiu tê-lo atingido quando estava sendo empurrado. Em seguida, Correa pediu desculpas a Lima.

Sessão foi suspensa e retomada após confusão

Após a confusão, a sessão foi suspensa. Mas, minutos depois, foi retomada com a fala de alguns parlamentares. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) pediu a anulação do resultado em função do que chamou de “contraste” na votação.

— No momento da votação tem um contraste. A imprensa tem essas imagens, a secretaria da Casa tem as imagens. O resultado da votação foi 14 a 7. A TV Senado mostra isso. O regimento é claro no sentido de que o contraste da votação simbólica se dá entre a maioria e minoria dos presentes. Eu requeiro que anule o resultado por erro na contagem e anuncie o resultado verdadeiro. Não havendo esse entendimento, vamos interpretar como uma ação do senhor para fraudar o resultado da votação e iremos até o presidente do Congresso para solicitar a imediata anulação da votação que teve aqui. E faremos uma representação no Conselho de Ética por decisão de fraudar o resultado da votação — afirmou Pimenta.

Após a fala, o presidente da CPI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), rejeitou o pedido de anulação. O parlamentar afirmou que a votação está mantida e que não seria possível a recontagem, já que o cálculo havia sido feito duas vezes.

Fonte: NSC

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