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Com ‘Banda Inclusiva’, desfile em Forquilhinha celebra o Bicentenário da Independência e 60 anos da Escola de Educação Básica Natalio Vassoler
Geral
há 3 anos
08/09/2022 09h40

O Bicentenário da Independência do Brasil foi comemorado com o tradicional desfile cívico e a população nas ruas nesta quarta-feira, 7, em Forquilhinha. A Escola de Educação Básica Natalio Vassoler, também celebrou os 60 anos da instituição e a sua fanfarra foi um dos destaques na Avenida 25 de Julho.
A fanfarra da escola é formada por 40 alunos, sendo sete deles com necessidades especiais. Chamada de ‘Banda Inclusiva’, a fanfarra levou para o desfile o som da inclusão, acompanhada da professora regente da banda Kelly Karitiana Moro Scussel e também professora de Educação Especial do Estado.
"Momento único que ficará marcado na vida dos nossos alunos, a inclusão precisa estar na prática do dia a dia, é preciso focar nas possibilidades e potencialidades e não nas deficiências e dificuldades, tenho muito orgulho dessa banda e de todos nossos alunos", relatou Kelly.
Já para a diretora da escola, Mari Lúcia Viana Dias Willimam, ‘emoção’ foi a palavra ideal para representar “o que sentimos quando entramos na Avenida. Momento de alegria, de satisfação, de lembrar que somos brasileiros e que juntos com nossos alunos podemos mostrar para a sociedade um pouquinho do nosso trabalho enquanto educadores nesses 60 anos de Natalio Vassoler”, afirmou.
Segundo a diretora da instituição de ensino, dois dos integrantes da fanfarra são deficientes auditivos e acompanhados em sala de aula por intérpretes de libras. E, no desfile cívico, não foi diferente, uma vez que esses dois estudantes também contaram com o acompanhamento dos interpretes de libras.
“É muito gratificante ver a participação dos alunos surdos na banda. Para eles, é um sonho realizado poder mostrar que a surdez não limita eles e que eles conseguem fazer o que os outros fazem. Foi um momento marcante na vida deles, estar em um desfile de 7 de setembro, tocando na banda e tendo a oportunidade de fazer a diferença, isto é inclusão. Participar junto, porque são capazes”, declarou a diretora Mari Lúcia Viana Dias Willimam.
“Me senti imensamente feliz por poder acompanhar e ver nos olhos deles a felicidade nesse dia mais que especial. Também pude acompanhar de perto o orgulho de uma das mães que fez todo o percurso ao lado de seu filho no momento da apresentação. Isso é muito gratificante e só posso dizer que o fato de não ouvir não significa que não seja capaz de tocar em uma banda e ter seu sonho realizado”, acrescentou a professora Maria Selma Costa da Silva.


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