X

Comunidade de Soares está desamparada
Geral
há 13 anos
08/02/2013 15h00

A Audiência Pública que ocorreu na noite desta quinta-feira (7), na comunidade de Soares não cumpriu a meta desejada pelos moradores, que era resolver o problema da população da comunidade. A reclamação dos moradores é devido ao fato de haver, no território, áreas pertencentes a Sombrio, outras que pertence a Ermo e ainda as que pertencem a Araranguá, o que provoca confusão e dificulta na hora do atendimento. Apesar da boa vontade dos prefeitos dos três municípios em resolver os problemas, a palavra final é do promotor, que, por motivos pessoais não pode comparecer ao encontro.
A reunião, que teve início por volta das 20h15 min, foi exclusivamente para ouvir os moradores. Aproximadamente 15 moradores expuseram as opiniões e quase por unanimidade preferiram deixar a responsabilidade da comunidade para o município de Ermo, que já vinha atendendo a comunidade anteriormente. Outros,a minoria, acredita que cada morador deve ser atendido onde preferir, independente se é Sombrio, Araranguá ou Ermo.
O aposentado Ailton Gonçalves diz que teve vários problemas de saúde e quem o ajudou foi Ermo, por isso quer que eles continuem. “Há algum tempo eu tive um problema de saúde sério no qual pedi ajuda para muitos prefeitos e grande parte me virou as costas. E se eu estou aqui vivo e bem de saúde é devido a administração de Ermo que contribuiu para minha melhora”, explica o morador.
A denúncia
Os moradores alegam que o problema começou por meio de uma denúncia, na qual “alguém” enviou ao promotor de justiça um relatório alegando irregularidades na administração de Ermo e que o atual prefeito estava ajudando toda a comunidade, sendo que há áreas que não é de responsabilidade do município. Fato desmentido pelos moradores que estavam na reunião.
O atual prefeito de Ermo, Aldoir Cadorin, ressalta que após a posse iniciou os trabalhos normalmente e no dia 12 de janeiro, para sua surpresa, recebeu uma intimação na qual dizia estar trabalhando fora da abrangência do município. “Tinha cinco dias para defesa do processo e isso poderia gerar minha cassação”, explica o prefeito de Ermo.
Ele ainda ressalta que sente muito, mas por enquanto, até a decisão do promotor, não poderá fazer nada pela comunidade. “Infelizmente não posso mais fazer nada pela comunidade, estou impedido por enquanto e devo respeitar a lei. Mas eu gostaria muito de continuar atendendo a comunidade de Soares e região”, finaliza Cadorin.
Os prefeitos, Zênio Cardoso e Sandro Maciel, de Sombrio e Araranguá, respectivamente também se pronunciaram, juntamente com o advogado Fabio Visentin, que também estava presente no encontro.
Matéria completa na edição impressa do jornal Volta Grande
Recomendadas
Outras Notícias
Mais lidas do Mês
Utilizamos cookies para sua melhor experiência em nosso website. Ao continuar nesta navegação, consideramos que você aceita esta utilização.
Ok Política de Privacidade
(48) 3535-1256
Rua Silvio Boff, 348 Bairro Paraguai
Jacinto Machado/SC - CEP: 88950-000
Copyright 1996 á 2026 - Todos os direitos reservados - Jornal Volta Grande