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Mulher Morta a facada poderia estar grávida

Geral

há 13 anos


13/10/2012 15h00


Foi decretada a prisão preventiva do principal acusado de ter assassinado a ex-companheira a facadas em Araranguá, na noite de terça-feira (9), no Bairro Santa Rosa de Lima. C.M., 35 anos estava, até então, foragido.

 

A Polícia Civil do Vale o indiciou por homicídio duplamente qualificado. “Trata-se de um crime passional premeditado”, caracteriza o delegado Jorge Giraldi. A suspeita é de que o acusado tenha fugido para o Rio Grande do Sul (RS) em um Gol, de cor branca. Ele já tem passagens criminais por estelionato e ameaças.

 

O corpo de Patrícia de Oliveira, 34 anos, foi liberado por volta das 10h do Instituto Médico Legal (IML). Foram constatadas nove perfurações de faca no corpo da vítima. No pescoço havia marcas de cinco facadas; uma delas de 15 centímetros de extensão e cinco de profundidade; duas em cada mão, onde ela tentou pegar a faca do agressor sendo atingida, e outras duas no abdômen, que chegou a furar o intestino da vítima.

 

Exame será enviado para comprovar a gravidez

 

Um exame será enviado ao laboratório para confirmar se Patrícia estava grávida. Segundo o perito Filipe Freitas, havia indícios no útero de um suposto feto. “A causa da morte foi provocada por choque hemorrágico, pelo corte da jugular, a maior veia que tem no pescoço. Devido este corte, bastante sangue foi jorrado. Estima-se que ela tenha morrido após cinco minutos do início dos golpes”, explica.

 

Três crianças, dois meninos de 11 e dois anos, e a enteada de C., de 12 anos, todos filhos de Patrícia, estavam no momento do crime. As crianças mais velhas presenciaram o homicídio e estão sendo assistidas por um psicólogo.  “O casal estava separado havia 30 dias e o agressor estava inconformado com o rompimento do relacionamento de 13 anos, e de todas as formas tentou a reconciliação.

 

Patrícia era contrária, devido o histórico de agressões e ameaças sofridas”, revela Giraldi. Homem afirmou que ela estava com os dias contatos O delegado conta que 30 minutos antes do homicídio, C. conversou com uma cunhada e após mostrar uma faca afirmou que Patrícia estava com os dias contados. E que também estava inconformado com a gravidez dela e alegou que esperaria a criança nascer para fazer um exame de DNA, já que duvidava da paternidade, alegando traição.

 

A faca foi apreendida no local do crime.

 

A irmã apressadamente ligou para a vítima e enquanto as duas conversavam, C. entrou na casa e a ligação foi interrompida. Numa segunda tentativa, ligou novamente, mas o celular estava desligado, o que levou a acionar a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, que ao chegarem na casa, a vítima estava caída na cozinha, sem vida. Os filhos da vítima apavoradas foram acolhidos na residência de um vizinho. As crianças ainda saíram na rua gritando “O pai matou a mãe”, lamenta a autoridade policial. O mais novo estava dormindo no momento do crime.

 

Fonte: Clicatribuna

Fonte: Redação/Jornal Volta Grande

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