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Dona Marina, um exemplo de cidadania

Geral

há 13 anos


04/10/2012 15h00


O voto é uma forma de manifestação popular que tem por objetivo eleger um bom representante para a sociedade. Saber usá-lo com responsabilidade é fundamental para o desenvolvimento, seja da sociedade, município, país e até do mundo.

 

A aposentada, Marina Land de Borba, de 86 anos é um exemplo de cidadania. Desde a juventude ela participa das votações, e atualmente no caso dela, mesmo sem a obrigatoriedade da lei, faz questão de cumprir com o seu papel na sociedade. “ Eu voto e acredito que devo votar sempre. Tem tantas coisas que precisamos mudar e é só através do voto que conseguimos fazer a diferença. Só ele nos permite mudar alguma coisa”.

 

Dona Marina faz uma comparação das eleições de antigamente para as atuais e diz que os métodos de conquistar eleitores por meio dos votos estão muito diferentes. “Antes os candidatos se preocupavam em mostrar trabalho e ganhar a confiança dos eleitores. Já atualmente eles se apegam em acusar os defeitos do candidato oposto e esquecem de se concentrar na própria campanha”.

 

Convicta do papel que desempenha, a aposentada está sempre informada do que acontece nas eleições. Mesmo sem a participação efetiva nas campanhas, ela procura ouvir rádios e ler jornais, para depois saber qual o melhor candidato, na opinião dela, para votar. “ Minha família sempre foi PMDB, mas acredito que uma pessoa não se resume ao partido que pertence. Hoje voto na pessoa, no que mais me agrada e passa confiança”.

 

A compra de voto sempre foi um problema para ela. “Sou completamente contra a compra de votos, e posso dizer que nunca ganhei nada com política. Nunca recebi nada e nem vou querer receber, se um candidato nos compra em época de eleição, imagine o que ele vai fazer depois de eleito”, diz.

 

Lei da ficha limpa

Dona Marina afirma que a Lei de ficha limpa surgiu em boa hora, entretanto deve ser levada a sério. Espero que continue em vigor, pois vai tirar muita gente que não desempenha, ou desempenhou um bom papel na administração de um sistema tão importante, que move a sociedade. E ainda ressalta, “Nem que eu vá tropicando, mas eu vou votar sempre, até minha saúde permitir”.

 

Experiência ou juventude

Ela diz que, em sua opinião, a experiência ainda é melhor do que a juventude. “ Tem muitos jovens que não tem noção do que é administrar um município, claro que existe exceções. Mas acredito que uma  pessoa experiente já tem uma noção muito melhor”.

Fonte: Diego Colombo/ Jornal Volta Grande

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