Polícia aguarda laudos periciais e ouve testemunhas sobre homicídio no Vale
Geral
há 14 anos
25/02/2012 15h00

A Polícia Civil de Araranguá aguarda os laudos das perícias encaminhadas na tarde de quinta-feira sobre o homicídio que vitimou uma mulher de 24 anos que foi encontrada morta, com quatro tiros no rosto, e abandonada dentro de um carro próximo a uma plantação de eucaliptos. No interior do veículo estava também a filha, um bebê de um ano e meio, que não sofreu violência alguma. O fato foi descoberto na manhã de quinta-feira(23), quando o veículo foi locvalizado por agricultores.
Conforme o delegado Ari José Soto Riva, na manhã desta sexta-feira, a vítima do homicídio, Ivonete Mezari Genuíno, teria saído de casa por volta das 22 horas de quarta-feira para um passeio. Nenhuma hipótese sobre a motivação e autoria da morte está descartada. “Apesar de algumas pessoas já terem sido ouvidas pela polícia, ainda não há informação sobre a autoria do crime. A pessoa conhecia bem a área onde abandonou o veículo”, observou Riva.
A criança que estava no veículo e permaneceu trancada no interior do carro durante horas, sentada na cadeirinha no banco de trás, é filha do delegado de polícia coordenador da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Araranguá, Jorge Giraldi, fruto de um relacionamento breve dele com a vítima. Giraldi, que inicialmente acompanhou o caso, foi afastado em razão do abalo emocional. O bebê, que foi picado por mosquitos, foi levado sem ferimentos ao Hospital Regional de Araranguá pelo Corpo de Bombeiros.
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