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Governador fala em coletiva que 2016 foi o pior ano

Geral

há 9 anos


22/11/2016 15h00


O governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, esteve na manhã desta segunda-feira, dando uma coletiva a imprensa em Criciúma e visitando obras no Sul do Estado. O cronograma faz parte de uma programação em que Colombo visitará 11 macrorregiões de SC. Em Criciúma, ele falou das dificuldades econômicas enfrentadas em 2016 e sua perspectiva de gestão para 2017. No balanço, o governador aponta 2016 como o pior ano para a gestão pública. “Estou há 40 anos na política. 2016 foi o pior ano de todos. As tragédias naturais que prejudicaram diversas regiões do país, assim como a crise econômica e política que o Brasil enfrenta são os agravantes dessa situação. Felizmente em Santa Catarina conseguimos driblar os desafios e fechamos o ano no azul em quase todos os setores”, explicou. “O ano termina com um único problema: a saúde. Estamos com débitos neste segmento e precisamos de esforço extra para melhorar os hospitais do Sul”, complementou. Com relação ao Hospital São José, Governador, afirmou que não há dívidas entre o Estado e o hospital. “Desde 2007, quando fui nomeado governador pela primeira vez, implantamos uma lei e adotamos uma filosofia de não assumir nenhum hospital. Terceirizamos tudo por meio de licitações. Alguns de nossos representantes estão novamente conversando com a direção do hospital para descobrir de onde vem esta dívida”, disse. “Na conta da Secretaria da Saúde do Estado não há dívidas por nossa parte. Nosso diretor financeiro, contador e secretário da saúde confirmam esta informação”. Perspectiva para 2017 – “Temos que fazer as reformas que são indispensáveis. Em Santa Catarina, tivemos essa coragem de corrigir problemas que causam prejuízos ao Governo e à sociedade”, afirmou. De acordo com o governador, com essas medidas será possível fechar as contas do ano de forma positiva, pagar a segunda parcela do 13° em 14 de dezembro e antecipar o salário para dia 21 de dezembro. Em relação à arrecadação, Colombo disse que o Estado vem enfrentando uma queda acentuada e que será necessário fazer uma reserva com a arrecadação de janeiro e fevereiro, que são meses de maior movimento econômico por causa da temporada de verão. Para 2017, o governador avaliou que também será um ano difícil, com queda no Produto Interno Bruto (PIB). “Não podemos nos iludir porque será um ano de dificuldades na arrecadação e que vai exigir que continuemos com esse esforço, especialmente no controle de gastos”, explicou. Com relação a indagações dos jornalistas, sobre a Serra do Faxinal em Praia Grande, Governador disse que “A obra está parada porque deu problema com a empresa portuguesa que estava trabalhando e que abandonou a obra e uma nova licitação terá que ser feita. A Jorge Lacerda que liga a BR 101, a Criciúma Sul e Forquilhinha, disse que esta rodovia é municipal. Ressaltou que para 2017, não iniciará nenhuma obra nova, mas que vai reeditar o FUDAM o mesmo que teve este ano que concedeu recursos para todos os municípios para fazerem obras municipais.

Fonte: Jornal Volta Grande

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