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Seis em cada dez brasileiros não sabem quanto devem, mostra SPC Brasil

Geral

há 9 anos


29/03/2016 15h00


Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) identificou quais são as principais dívidas e o comportamento frente ao processo de recuperação de crédito dos atuais inadimplentes e de quem esteve nessa situação há no máximo doze meses. Os dados indicam uma situação crítica no orçamento dos brasileiros: : seis em cada dez consumidores (58,9%) não sabem quanto estão devendo e 36,0% não sabe também a quantidade de empresas para que devem. Entre os que têm conhecimento, o valor médio das dívidas chega a R$ 3.422,29.

De acordo com a pesquisa o cartão de crédito é o maior vilão entre as contas que levaram os brasileiros a ficarem com o nome sujo, para 43,4% dos entrevistados, seguido pelos empréstimos (23,5%) e cartão de lojas varejistas (19,3%). Na média, os brasileiros têm ou tinham contas em atraso com 2,1 empresas, percentual que cresce de forma significativa entre as mulheres e as pessoas pertencentes às classes C, D e E.

As principais justificativas para a falta de pagamento dessas contas foram o desemprego (29,2%) e a redução da renda (14,6%). De acordo com a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, os dois fatores conjugados pioram ainda mais a situação do orçamento dos brasileiros. “A atual conjuntura econômica está causando uma alta no número de desempregados e minando o poder de compra dos brasileiros devido à inflação elevada e as altas taxas de juros”, explica.

Mais da metade procura o credor para negociar as dívidas

De acordo com os dados, a estratégia mais adotada pelos entrevistados para quitar suas dívidas foi a tentativa de um acordo com o credor, para 57,1%, tendo sido feitos em média 2,5 contatos. No entanto, quando investigadas as maiores dificuldades enfrentadas para limpar o nome, o acordo com o credor também está em primeiro lugar, (36,3%) o que demonstra a dificuldade dos devedores no processo de negociação para o pagamento da dívida.


Fonte: Jornal Volta Grande - colaboração Imprensa SPC Brasil - imagem ilustrativa

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