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O fim de semana mais frio do ano

Geral

há 10 anos


11/09/2015 15h00


 


O fim de semana em Santa Catarina promete ser de frio intenso, de acordo com a Central de Meteorologia da RBS. A chegada de uma massa de ar polar deve trazer temperaturas negativas à Serra.

"Está confirmada a previsão de uma intensa massa de ar frio polar como ainda não tivemos neste inverno. O amanhecer de sábado (12) terá temperaturas entre -4°C e -6ºC nos altos da Serra, com previsão de geada", afirma o meteorologista Leandro Puchalski.

Em junho deste ano, 26 cidades catarinenses registraram temperaturas negativas. Urupema chegou a marcar -6°C no 16 de junho, recorde do ano no estado, segundo a Epagri/Ciram.

Conforme Puchalski, a região serrana não será a única atingida pelo frio, podendo as demais cidades chegarem a temperaturas de 5ºC a 7ºC.

Apesar do frio intenso, os dois dias devem ter a presença do sol entre nuvens, com temperaturas agradáveis no turno da tarde, de acordo com o meteorologista.

"As tardes serão um pouco mais agradáveis. Esse ar frio é forte, mas passageiro, ou seja, no início da semana que vem ele já se afasta. O sol aparece entre nuvens em todas as cidades nos dois dias, com predomínio de ar seco".

Na região de Joinville o sábado deve ser mais nublado. No domingo, entre o Norte, Vale do Itajaí e parte da Grande Florianópolis, também haverá predomínio de nuvens.

Inverno atípico
Segundo a Epagri/Ciram, o mês de julho foi o mais quente dos últimos 54 anos em Santa Catarina. Em todas as regiões, os termômetros registraram temperaturas acima do esperado para o período que, historicamente, é conhecido como o mais frio do ano no estado.

Cidades como Caçador, no Oeste, e Urussanga, no Sul, registraram temperaturas mínimas 3,7°C mais altas do que a média para o mês. As duas cidades não registravam o período tão quente desde 1987 e 1961, respectivamente.

De acordo com a meteorologia, os anos em que há influência do fenômeno El Niño, como 2015, têm predomínio de chuvas, o sque deixa as temperaturas mais elevadas, por causa da cobertura de nuvens.

Fonte: jornal Volta Grande e G1

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