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Dia Internacional da Mulher: data celebra conquistas, mas também reforça a luta por respeito e segurança

Geral

há 1 dia


08/03/2026 09h47


O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é uma data marcada pela valorização das conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres ao longo da história. Mais do que homenagens e flores, o dia convida à reflexão sobre os desafios que ainda fazem parte da realidade feminina em todo o mundo.

 

A origem da data remonta às mobilizações de trabalhadoras no início do século XX, que reivindicavam melhores condições de trabalho, igualdade de direitos e dignidade. Desde então, o movimento feminino ganhou força e conquistou avanços importantes, como maior participação na política, no mercado de trabalho e em espaços de liderança.

 

Apesar dos progressos, muitas mulheres ainda enfrentam situações de desigualdade, violência e insegurança em diferentes ambientes, seja no trabalho, nas ruas ou até dentro de casa. Por isso, o Dia da Mulher também é um momento de conscientização sobre a importância do respeito, da equidade e da construção de uma sociedade mais justa.

 

A data serve como lembrete de que valorizar as mulheres vai além de um único dia no calendário. Significa reconhecer sua força, suas histórias, suas lutas e garantir que direitos fundamentais sejam respeitados diariamente.

 

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Diante dessa realidade, Você se sente segura sendo mulher?

 

 

Sheila Grossmann - Terapeuta Integrativa 

 

“Não, eu não me sinto segura. A violência é uma realidade que impacta diretamente a vida das mulheres. Não é normal viver em estado de alerta constante. Segurança não é privilégio é direito”. 

 

 

Suzana de Oliveira – Empreendedora 

 

“Como mulher, a sensação de segurança nunca é absoluta. A gente aprende desde cedo a estar em alerta: cuida do horário, do caminho, do jeito de olhar para trás ao andar sozinha. Não é apenas sobre violência física, é sobre a constante necessidade de vigilância. Eu me sinto segura em alguns espaços, mas não totalmente livre. Existe sempre aquele cálculo silencioso que fazemos antes de sair, aceitar um convite ou voltar para casa sozinha. A violência contra a mulher ainda é uma realidade muito presente, e isso impacta diretamente nossa forma de viver.” 

 

 

Jaquiane Venson - Recepcionista Noturno hospital

 

“Trabalho plantão Noturno em hospital, então sei bem como estamos vulneráveis.

Eu, como mulher, sinto que devemos estar sempre em estado de alerta. Mesmo com medidas e leis importantes, vimos diariamente casos de mulheres abusadas e mortas, até por pessoas próximas. A gente aprende, desde cedo, a não ficar sozinha, a observar tudo em volta, a procurar abrigo, a gente aprende a se proteger antes mesmo de entender o porquê”. 

 

 

Ana Paula de Souza Alexandre – Estoquista

 

“Eu, como mulher, nem sempre me sinto segura, ainda mais quando se trata de violência ou segurança que são duas questões hoje em dia que preocupa grande maioria das mulheres. Eu particularmente evito bastante lugares por conta das pessoas que não conheço ou não tenho familiaridade pois nunca se sabe o que pode acontecer, evito andar nas ruas durante certo horário, evito usar certas roupas em alguns locais, não importa o lugar nenhuma de nós está bem protegida ou fora de perigo”.

 

 

Caroline Silvestri Caetano – Vendedora

 

“Não me sinto 100% segura. A gente aprende estar sempre atenta- evitar certos lugares, horários e situações. Dá para viver normalmente e com um pouco mais de tranquilidade por estar em cidade pequena, porém existe ainda assim uma preocupação constante com a violência e mulher é mais vulnerável.”

Fonte: Jornal Volta Grande

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