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Furacão Melissa: ventos catastróficos matam sete pessoas e Jamaica prevê “impacto massivo”
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há 4 meses
28/10/2025 08h28 - Atualizado em 28/10/2025 08h35

A tempestade prévia provocada pelo furacão Melissa é responsável por causar um total de sete mortes no Caribe, incluindo três na Jamaica, três no Haiti e uma na República Dominicana, onde outra pessoa segue desaparecida. Segundo a Cruz Vermelha, a passagem do fenômeno, previsto para tocar o solo da Jamaica nesta terça-feira (28), terá um “impacto massivo” e afetará ao menos 1,5 milhão de pessoas da ilha.
De acordo com meteorologistas, a previsão é de que o furacão Melissa toque o solo jamaicano na manhã desta terça e atravesse a ilha na diagonal, entrando na região de Santa Isabel, no Sudeste, e saindo pela região de Santa Ana, no Norte. O fenômeno deve atingir Cuba ainda nesta terça, poucas horas após chegar à Jamaica.
Conforme o boletim divulgado às 6h desta terça-feira (28) pelo Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, o furacão atingiu ventos “catastróficos” de 280 km/h. O governo da Jamaica emitiu ordens de evacuação obrigatória para diversas regiões do país e alertou para danos catastróficos na ilha. Cuba também já começou a evacuar parte da população. O fenômeno está na categoria 5, considerada a mais forte.
— Não existe infraestrutura na região capaz de suportar um furacão de categoria 5. A questão agora é a velocidade de recuperação. Esse é o desafio — disse o primeiro-ministro Andrew Holness.
O país já registrou deslizamentos de terra, quedas de árvore e numerosos apagões devido à tempestade prévia. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) afirmou que esta será a “tempestade do século” na Jamaica e estima que o Melissa pode trazer rajadas de vento que ultrapassam os 300 km/h, com inundações repentinas e deslizamentos.
A Força Aérea dos Estados Unidos divulgou imagens impressionantes captadas do interior do furacão Melissa. Os registros foram feitos por um esquadrão militar a bordo de um avião a hélice, que mergulhou no olho da tempestade para coletar dados meteorológicos cruciais.
A missão, segundo a Força Aérea, visa monitorar a evolução e o deslocamento de Melissa, alimentando os centros meteorológicos com informações em tempo real.
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