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Uma mãe e avó que é símbolo de superação e prevenção no vício de fumar

Geral

há 9 meses


11/05/2025 08h25


Zuleide Machado Rosa, conhecida das redes como VOVÓ OXIGENADA, 75 anos, transformou sua luta contra uma Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) em uma missão de conscientização. Diagnosticada aos 40 anos devido ao uso prolongado de cigarro, ela enfrentou graves complicações respiratórias, incluindo internações, e há três anos depende de oxigênio domiciliar, o que lhe deu o apelido carinhoso de VOVÓ OXIGENADA. 

 

Determinada a alertar sobre os perigos do tabaco, Zuleide passou a compartilhar sua história nas redes sociais, onde hoje reúne mais de 500 mil seguidores, carinhosamente chamados de “netinhos”, espalhados pelo mundo. Com sua experiência, ela tem inspirado e ajudado inúmeras pessoas a abandonar o vício, tornando-se um símbolo de superação e prevenção.

 

Em entrevista ao Jornal Volta Grande, ela conta que fumou desde os 10 anos de idade, pois em casa, o pai pedia para ela acender o cigarro de palha no fogão a lenha e nestas idas e voltas acabava fumando para não deixar apagar, o que a  deixou viciada. Há 30 anos atrás, ela foi diagnosticada com doença pulmonar, onde 70% do seu pulmão não funciona mais.

 

“Ser mãe é abrir mão de muitas coisas que a gente gosta para fazer a felicidade dos filhos”

 

Ela reside em Joinville há 34 anos, mas é natural do Verdinho em Criciúma. É casada a 54 anos com Renato Schultz, com que quem tem quatro filhos: Renato (Palestrante e mentor), Marcelo, Scheila e Tamires (quem ajuda ela nas produções dos vídeos). Dois deles moram longe, o Renato (que tem o nome do pai) em Forquilhinha e Scheila no Rio de Janeiro. A VOVÓ OXIGENADA Tem três netos.

 

Ela conta que trabalhou muito, era vendedora de livros de porta em porta e que se aposentou vendendo livros. Hoje tem renda em suas redes sociais através de seu trabalho que se tornou uma inspiração, onde empresas divulgam também seus produtos. 

 

“Falar de mãe é muito acolhedor, é ser muito fervorosa, hoje é fácil matar a saudade, tem os vídeos, mas o abraço ainda faz falta.  Minha filha que mora longe, todo mês vem me visitar, já o Renato tem muitos compromissos, vem umas 3 vezes por ano e passa uma semana comigo. Minha mãe já é falecida, sinto muitas saudades dela, mas tenho a consciência tranquila que sempre me dei bem com ela. A mãe naquela época mostrava o amor de outra forma, não dizia eu te amo, mas dizia na forma de fazer uma comida gostosa e de ser acolhedora. Quero dizer para você que é mãe, que ser mãe é abrir mão de muitas coisas que a gente gosta para fazer a felicidade dos filhos. Não espere por eles, abrace seus filhos e diga o quanto você ama, se seu filho não tem tempo de vir ver você, vai você ver ele!”, finaliza. 

Fonte: Jornal Volta Grande

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