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Unesc promove encontro sobre Comunicação em ano eleitoral com palestrastes da NSC-TV

Geral

há 1 ano


16/05/2024 22h07 - Atualizado em 16/05/2024 22h20


Criciúma- Em torno de 300 pessoas  lotaram o Auditório Ruy Hülse, entre acadêmicos, imprensa e pré-candidatos, para ouvirem dos jornalistas da NSCTV importantes dicas do que fazer e o que não fazer em ano eleitoral.

 Os jornalistas, Ânderson Silva, Renato Igor e Dagmara Spautz, com ampla experiência, falaram sobre suas experiências, responderam as perguntas de acadêmicos, profissionais da imprensa e dos políticos. 

  

A troca de experiências e o compartilhamento de conhecimentos marcaram a noite dessa quarta-feira, na Unesc, durante o painel “Eleições 2024: Desafios e Aprendizados na Comunicação Eleitoral”. O evento, promovido pela Escola de Comunicação Criativa (EcoCria) e pela Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing (Aicom), da Universidade.

 

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A reitora da Unesc, Luciane Bisognin Ceretta, abriu o evento e ressaltou  que levantar debates como este é um dos compromissos de uma Universidade Comunitária como a Unesc. “A nossa Instituição é absolutamente comprometida e responsável com os diferentes momentos históricos pelos quais passam a sociedade. Agora estamos em um ano eleitoral, então é mais que necessário promover reflexões sobre como a comunicação pode atuar de um modo mais verdadeiro, no sentido de contribuir.  O auditório cheio demonstra que dialogar sobre a comunicação eleitoral é algo importante, e mais uma vez a Unesc cumpre com missão de contribuir com o desenvolvimento da região”, disse a Reitora Luciane.

 

 

“Nós compartilhamos um pouco do que sabemos, mas também aprendemos”

 

 Mediador do painel, Ânderson Silva revelou que valoriza momentos como esse proporcionado pela Unesc. Mais que repassar o conhecimento, o evento marca a troca de experiências. “Nós compartilhamos um pouco do que sabemos, mas também aprendemos. Compartilhar isso é importante para que as pessoas entendam a nossa rotina. É satisfatório fazer isso e nós gostamos deste contato com outras informações, perguntas. Não somos os donos da verdade”, falou o jornalista que já participou de coberturas especiais de política e segurança pública.

 

 

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Mesmo com vasta experiência em coberturas nacionais e internacionais, Renato Igor disse que foi à Unesc mais para aprender do que para ensinar. “É uma troca de experiências. Vivemos um momento em que a comunicação no jornalismo profissional está em uma fase difícil, de contestação. As redes sociais abriram este espaço, estamos aprendendo a lidar com isso. Antes o jornalismo profissional falava sozinho, mas hoje ele divide a atenção com o celular. Temos também muitos formadores de opinião que cresceram com as redes sociais, muitos fazem trabalho ético, mas outros não tem compromisso com nada. Este é um desafio da sociedade: saber lidar com isso, ter o discernimento entre a informação de qualidade e este é o nosso ofício: ouvir os lados, checar as informações e levar para o público”, afirmou.

  

As melhores impressões

 

Ainda antes do painel, os jornalistas conheceram um pouco da estrutura da Unesc e dos serviços prestados à comunidade. “A impressão quando chegamos ao campus da Unesc é de visitar um parque, um ambiente da cidade. Fiquei impressionado com o capricho, o zelo, o sorriso no rosto dos colaboradores e com o tamanho dos projetos de Extensão, ou seja, atendimentos diretos para soluções que a comunidade local precisa. É algo extraordinário ver uma Universidade que tem o olhar de dentro para fora, conectada com a comunidade para atender os anseios”, enfatiza Renato Igor.

 

A mesma opinião é da jornalista Dagmara Spautz. “Conhecemos um pouco dos projetos da Universidade que são encantadores com diversas trocas entre a comunidade e a Instituição. É um exemplo o que a Unesc representa para a sociedade”, fala.

Ânderson Silva também fez questão de compartilhar o sentimento ao ter contato com a Universidade. “A Unesc possui uma estrutura ampla e com conhecimento levado para fora. Saímos impressionados e felizes em ver que as comunitárias produzem tanto e compartilham”, disse.

Fonte: José Mota e Unesc

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