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Filho saiu de casa para evangelizar e não deu mais notícias

Cidades

há 1 mês


19/01/2026 10h00


A moradora da Vila São José, em Turvo, Cleuza Marli Manarim Cadorim, vive momentos de profunda angústia há cerca de oito meses, desde o desaparecimento do filho Diogo Manarim Cadorim de 37 anos. Segundo a mãe, o homem sempre teve forte ligação com a religião, participando de cultos, cantando e atuando na evangelização, além de ter trabalhado por muitos anos com vendas.

 

De acordo com Cleuza, o filho saiu inicialmente para Timbé do Sul, onde permaneceu por um período. Em seguida, passou por Jacinto Machado e depois foi para Araranguá, onde teria o objetivo de ajudar um pastor e cuidar de uma igreja — algo que, segundo ela, sempre foi o que ele mais gostava de fazer.

 

A mãe relata que o filho fazia uso de medicação controlada, a qual não poderia ter sido interrompida. Ela conversou com o médico responsável pelo tratamento, que alertou que a suspensão do remédio pode causar diversas complicações. O homem já havia enfrentado, anos atrás, um quadro de depressão profunda.

 

Antes do desaparecimento, ele havia começado a ajudar a mãe nas vendas e, aos poucos, demonstrava interesse em seguir nessa atividade. No entanto, um desentendimento familiar pode ter sido o estopim para o sumiço. Cleuza conta que a família pediu que ele continuasse evangelizando, mas em locais mais próximos de casa. A partir disso, ele teria ficado bravo e, então, desaparecido.

 

Desde então, as informações sobre o paradeiro do filho são confusas e desencontradas. “Uma hora o pastor diz que ele está no Paraná, depois fala que está no Piauí, depois no Maranhão. A gente quer ir buscar, mas quando pensa em ir, dizem que ele já não está mais naquele lugar”, relata a mãe, emocionada.

 

Cleuza afirma viver em constante sofrimento. “Eu choro muito. Tenho só dois filhos. Eles dizem que não querem casar, mas nunca me incomodaram. Eles são a minha razão de viver”, desabafa.

 

O desaparecimento ainda não foi registrado oficialmente na polícia, o que dificulta as buscas. A mãe teme que algo grave possa ter acontecido com o filho, especialmente por conta da interrupção do tratamento médico.

 

A família pede ajuda da comunidade para qualquer informação que possa levar ao paradeiro do homem e reforça o apelo para que ele entre em contato e tranquilize os familiares.

 

Quem tiver mais informações pode entrar em contato pelo telefone: (48) 9 9119 – 1695

 

Fonte: Jornal Volta Grande

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