ASSINE O JORNAL IMPRESSO

SEMESTRAL R$ 95,00

ANUAL R$ 170,00

(48) 3535-1256


Supermercados começam a restringir venda de arroz e governo vai importar um milhão de sacas

Agro Noticias

há 1 ano


10/05/2024 21h37


 

 Supermercados em algumas regiões do Brasil começaram a restringir a oferta de produtos diante da tragédia climática no Rio Grande do Sul. Alguns varejistas adotaram restrições, especialmente na venda de arroz – com limite de unidades por cliente – para resguardar estoques e, assim, atender a todos os clientes.

 #Anuncio_99

 

Os relatos de limitação na compra de arroz começam a ser ouvidos em vários estados brasileiros, como São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Supermercadistas destacam, porém, que há produto disponível e a medida é preventiva. A restrição serve apenas para permitir atender o maior número de clientes.

 

Executivos do setor explicam que as restrições têm sido adotadas especialmente por pequenos empresários – que não têm um centro de distribuição próprio – ou por gerentes de loja de grandes redes – que optam por resguardar o estoque caso haja interrupção do tráfego entre depósito e loja.

Até o momento, grandes redes não adotaram uma política específica sobre o tema.

O Rio Grande do Sul é grande produtor de arroz e responde por cerca de 70% da produção nacional. Produtores gaúchos também são importantes no fornecimento de soja, milho, leite e derivados, além de proteínas animais – aves, suínos e bovinos.

 

Governo já autorizou a importação de arroz

 

 

Ontem o Governo anuncio a compra de um milhão de toneladas de arroz de outros países para suprir a necessidade da falta do produto e para regular o preço. O Rio Grande do Sul, é responsável por 70% da produção do arroz do Pais.

 Ontem também o Governo autorizou a doação de equipamentos usados de países que queiram fazer doações. 

No Rio Grande do Sul, ainda há trechos rodoviários interrompidos. Com isso, o fluxo de caminhões é bastante dificultado em algumas regiões e, por isso, estoques não têm recebido novas mercadorias.

 

Há, ainda, no caso gaúcho, demanda extraordinária gerada pela tragédia. A demanda por água potável, por exemplo, cresceu 12 vezes. Essa demanda também pode gerar restrições na venda por cliente e falta temporária de produtos.

Fonte: CNN Brasil

Compartilhe esta notícia



Voltar


Utilizamos cookies para sua melhor experiência em nosso website. Ao continuar nesta navegação, consideramos que você aceita esta utilização.

Ok Política de Privacidade

Copyright 1996 á 2026 - Todos os direitos reservados - Jornal Volta Grande